OTA vs reserva direta: estratégias para reduzir comissões em 40%
OTAs são vitrine — não devem ser o seu balcão. Veja como inverter a equação e construir um motor de reservas diretas.

O problema real não é a OTA
O problema é depender de um canal cuja comissão consome 18 a 25% da diária. Em um hotel com 60% de ocupação, isso significa entregar quase 2 meses de receita por ano para intermediários.
As 5 alavancas para virar o jogo
1. Captura do contato direto no checkout — todo hóspede que entra precisa sair com WhatsApp, e-mail e consentimento de marketing.
2. Tarifa direta com benefício real (não centavos a menos) — upgrade garantido, late checkout, café da manhã regional.
3. Remarketing pago apenas para quem buscou no seu site mas reservou na OTA.
4. Programa de fidelidade leve, com benefícios imediatos a partir da 2ª estada.
5. Campanhas de aniversário e datas pessoais — conversão acima de 22% em hotéis maduros.
A meta correta para 12 meses
Sair de 30% de reservas diretas para 55%. Cada ponto percentual recuperado vale mais que uma campanha de mídia paga. A conta é simples: comissão economizada vai direto pro EBITDA.
Como o CHECKIN ajuda
O motor de retenção do CHECKIN cruza dados do PMS, da campanha e do site para identificar hóspedes em risco de migrar para OTA — e dispara ofertas diretas antes da decisão. Hotéis que rodam essa automação reduzem comissão em até 40% no primeiro ano.
Quer aplicar isso no seu hotel?
Veja o CHECKIN CRM em ação com seus próprios dados. Demonstração personalizada em 30 minutos.



